Profissões onde se conseguem as melhores reformas

A luta pelas melhores condições económicas não encerra com a chegada da hora da reforma, bem pelo contrário. É nesta fase da vida que as pessoas mais se preocupam com aquilo que recebem, pois é a altura em que já não terão uma remuneração directa e viverão somente consoante os anos de trabalho e investimentos que tenham feito ao longo dos anos.

Uma das formas mais clássicas – e provavelmente a mais certeira – de saber o dinheiro que se receberá na reforma é analisando os profissionais que melhor ganham nas suas carreiras. Isto porque um bom ordenado no activo é sinal de mais descontos, mais oportunidades de investimento e consequentemente mais retorno após o final de uma vida de trabalho. A fórmula é muito simples e também é fácil perceber o porquê dos seus resultados, uma vez que é mais do que natural que as pessoas que mais ganham e mais investem venham a ter melhores reformas.

A nível nacional, há determinadas profissões em que o vencimento mensal ultrapassa em muito qualquer ordenado do comum dos portugueses, com destaque para os gestores de empresas públicas e privadas, especialmente os responsáveis por entidades bancárias. No entanto, em termos de ofícios regulares, chamemos-lhe assim, há diversas funções que oferecem um salário que permite auferir de excelentes reformas, bastante acima de qualquer uma que se possa pensar. São precisamente estas funções que se destacam entre as que mais “generosas” reformas concedem.

Embora seja do conhecimento público, nunca é demais relembrar que os políticos são bem pagos pelo trabalho que fazem. Contudo, é sempre bom referir que o “bem pago” traduz-se numa média de 3.000 euros todos os meses, podendo o valor oscilar consoante a posição na hierarquia da bancada partidária. Também os médicos recebem um ordenado bastante compensatório, a uma média de 2.500 euros/mês, sendo que inicialmente começam por auferir acima de 1.000 euros, chegando mesmo a atingir os mais de 4.000 euros em final de carreira. É precisamente este último valor que ganham os juízes, cujo ordenado ronda essa importância. Por fim, mas não menos aliciante, bem pelo contrário, há que referir os controladores aéreos, funcionários que recebem mais de 5.000 euros todos os meses, um rendimento que não foge ao auferido pelos pilotos das companhias aéreas, que ainda há bem pouco tempo tiveram 500 euros de aumento na Transportadora Aérea Portuguesa (TAP). A estes bem remunerados funcionários juntam-se as profissões relacionadas com o Direito, Economia (em especial contabilidade) e Engenharia (sobretudo mecânica e civil).

Os números apresentados no parágrafo anterior podem surpreender, mais ainda assim não se pode esquecer que esse é o valor do salário em funções. No entanto, dada a importância descontada, é certo que estes profissionais reformados vão receber mensalmente um retorno bem chorudo. E nestes casos, os investimentos nem são (muito) necessários, mas são também estas pessoas as que possuem maior capacidade de investir, e naturalmente não se retraem, como qualquer um faria na mesma situação. Se andava a perguntar-se quem conseguia as melhores reformas, pois aqui fica a resposta. É só fazer as contas e perceber que dificilmente um deles terá de fazer contas à vida, como a maioria dos reformados portugueses acaba por ter de fazer.

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Como preparar uma reforma descansada

Os problemas económicos levam a que cada vez mais se tenham precauções para assegurar um futuro próspero a nível económico, nomeadamente salvaguardando valores para uma reforma descontraída e sem dificuldades financeiras. Este é o objectivo de muitos portugueses que agora, devidamente informados, começam a apostar fortemente em Planos Poupança Reforma (PPR) e outros fundos de investimento, com vista ao resguardo dos anos vindouros.

O primeiro passo a ter em conta na avaliação do que se vai receber na reforma está relacionado com os anos de trabalho e descontos, saindo desta junção a combinação que dita a quantia mensal que se vai receber após deixar de trabalhar. Se esta importância for ideal para si, chegou a hora de se retirar do mercado laboral. Para algumas pessoas isso pode ser feito com a reforma antecipada, mas a maioria não se poderá dar a esse “luxo”, pois o retorno financeiro não compensaria. Por isso, em muitos casos há que trabalhar uns anos a mais, que terminam assim que se chegar ao ponto em que a reforma que se terá seja considerada suficiente para o nível de vida que se pretende manter. E claro, este último desejo dependerá das ambições de cada um.

Além dos anos de descontos, há que ter em conta outros pontos para definir quando será uma boa altura para a reforma. Neste sentido, é recomendado que se vão aplicando alguns euros em produtos financeiros de curto e médio prazo, que complementam na perfeição os investimentos a longo prazo, nomeadamente os PPR. A questão é mesmo saber escolher em que colocar as poupanças, sendo que jogar pelo seguro é o mais indicado, recorrendo para isso a profissionais que o possam aconselhar no caminho mais correcto a tomar.

O segredo para garantir uma boa reforma passa também por ter em linha de conta tudo o que está associado à “velhice”, que será a idade do descanso. Deve ser dada especial atenção à saúde, que pode salvaguardar-se com um bom seguro nesta área, pois ao gozar a reforma já não terá os mesmos rendimentos que se tinha quando se trabalhava, o que poderá significar que os custos se tornem complicados de suportar, especialmente porque aumentam de forma exponencial nesta altura da vida. No entanto, uma cobertura de saúde adequada é o suficiente (e ideal) para ajudá-lo a precaver-se do que possa estar para vir.

Embora existam dezenas de conselhos que informam como é possível preparar uma reforma descansada, as escolhas acabaram sempre por recair sobre cada pessoa, a quem está incumbido o papel de optar por aquilo que deve ser feito. Os descontos e investimentos a curto, médio e longo prazo, bem como os seguros ou planos de saúde, são constituintes essenciais e que qualquer pessoa deve realizar para ter o descanso merecido. Contudo, há ainda mais algumas acções que se podem tomar, concretamente para ter menos despesas e algum dinheiro extra, e que passam por mudar para uma casa mais pequena ou trocar para um carro mais adequado às suas necessidades. Desta forma, terá um fundo extra de dinheiro, que pode sempre vir a dar jeito, sobretudo para quem pretende aproveitar ao máximo a sua reforma. Mas cada um traça o seu caminho, com as decisões que determinar como as mais adequadas para alcançar o nível de vida que tem em mente para meritórios anos de descanso após uma vida de trabalho.

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Porque toda a gente quer reformar-se ainda novo?

Uma das grandes questões que tem assombrado o nosso país actualmente é a questão de (des)emprego. A cada dia somos bombardeados com notícias da sempre crescente taxa de desemprego que cada vez assusta mais todas as pessoas que pretendem ingressar no mundo do trabalho. Juntamente com o desemprego há outra taxa que começa a crescer cada vez mais, as reformas antecipadas. Perante estas estatísticas algo preocupantes, é imperativo questionar qual o motivo de um aumento tão significativo e que começa a influenciar cada vez mais o desenvolvimento do nosso país.

O exemplo mais flagrante deste fenómeno é o caso dos professores que cada vez mais preferem abandonar a profissão que escolheram para o seu futuro mediante as tantas dificuldades que tem enfrentado. Os processos educativos estão cada vez mais complexos exigindo cada vez mais trabalho e obrigando a uma carga horária bastante considerável de forma a cumprir todas as tarefas que lhes estão incumbidas. A este ritmo, não irá faltar muito tempo até o ensino português ficar ainda mais danificado do que o que já se encontra actualmente.

Outro dos factores que tem contribuído para o aumento desta taxa de reformas antecipadas é o corte dos privilégios dos reformados que se tem acentuado e agravado de uma forma bastante abrupta. Por exemplo, no cálculo da pensão de reforma, passam a contar todos os anos de contribuições e não apenas os melhores 10 dos últimos 15 como acontecia anteriormente, o que prejudica enormemente os contribuintes tendo em conta que é no fim da carreira que, no geral, se atinge um nível salarial mais elevado.

Perante estes acontecimentos seria importante reconsiderar se as medidas adoptadas pelo governo português serão as mais correctas para o desenvolvimento económico do país e para a manutenção da confiança dos contribuintes nos processos de governação.

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O que fazer depois da reforma

A reforma não é mais do que o descanso merecido do guerreiro depois de uma grande quantidade de anos a trabalhar ininterruptamente. Por isso, cada um deverá fazer o que mais prazer lhe der, pois só assim irá conseguir tirar partido desses anos de puro relaxamento.

Muitas pessoas, deixam para estes anos de reforma aquelas tarefas, ou hobbies que noutras alturas não tiveram hipótese de fazer.

Quando chegar a altura da sua reforma, pensa nas coisas que mais prazer lhe dão, esquematize o seu tempo para conseguir realizar tudo e não deixar nada para depois.

Poderá optar por desportos que nunca praticou ( de acordo com as suas possibilidades em termos de saúde ), em conjunto com outros amigos ou familiares que estão a passar por uma fase igual à sua.

Pode ainda optar por dedicar-se a um hobbie mais cultural (pintura, fotografia, poesia, etc), que além de se manter ocupado o tempo suficiente para aproveitar a sua reforma, é ainda uma excelente forma de cultivar a sua inteligência e cultura.

Se é uma pessoa que gosta muito de viajar, ou conhecer novos sítios e locais, então esta é uma excelente oportunidade para fazer aquelas viagens que foi adiando, ou que nunca teve coragem para levar em frente. Procure o parceiro ideal, ou vá mesmo sozinho se gostar, e vá conhecer todos aqueles países, locais, territórios, que um dia ansiou conhecer e não teve oportunidade.

Uma outra ideia para fazer quando se reformar, se for uma pessoa ligada ao campo, é cultivar uma pequena horta ou um jardim. Assim além de estar entretido, é uma tarefa que requer alguma manutenção por isso terá sempre entretido e a fazer algo que realmente gosta.

Em suma, a reforma é um momento de paz depois de anos e anos de trabalho, por isso não faça nada que não goste ou não tenha prazer em fazer, limite-se a fazer aquilo que mais gosta e se sente bem em fazer. Assim terá uma grande alegria todos os dias.

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Vantagens de ter um Plano Poupança Reforma

Com o estado actual da economia, começa a ser normal muitas pessoas ponderarem salvaguardar o seu futuro, especialmente em Portugal. Isto porque as condições sociais do Estado estão cada vez mais cerradas e menos abonatórias financeiramente, o que leva naturalmente a que os cidadãos enveredem por outros caminhos para complementar a reforma que irão receber na terceira idade. Não é, por isso, de estranhar, que tenham aumentado os pedidos para uma das modalidades mais populares neste campo, os Planos Poupança Reforma (PPR), algo que assumiu um novo papel e importância superior nas preocupações futuras.

A maior procura dos PPR foi seguida de perto pelas empresas do sector, que atempadamente responderam ao apelo, nomeadamente as entidades bancárias, que alargaram o seu leque de opções nesta área, concebendo produtos específicos, mas diferenciados em termos de serviços. Por isso, é necessário avaliar as verdadeiras mais-valias de cada uma das alternativas, estudando as reais vantagens de ter um Plano Poupança Reforma.

Um dos benefícios de recorrer a um PPR é o facto de ser possível deduzir parte do valor aplicado neste fundo, no Imposto sobre o Rendimento de pessoas Singulares (IRS), sendo que a percentagem da importância a abater nesta tributação será definida de acordo com a idade (até 35, 35-50, mais de 50) e situação social actual (por pessoa ou por casal). O limite máximo de dedução é de até 20 por cento, com tecto de cinco por cento do rendimento total bruto, desde que a primeira quantia deste plano seja utilizada apenas cinco anos após o depósito da mesma.

Além da evidente vantagem a nível dos descontos de IRS, os actuais Planos de Poupança Reforma podem ainda servir como uma espécie de fundo de emergência, pois embora se possa utilizar o dinheiro dos PPR antes dos 60 anos, há condições especiais que permitem a movimentação destes valores, como em caso de doença, incapacidade ou dificuldades económicas. Desta forma, quando estiver “mais apertado”, saberá que pode contar com uma ajuda preciosa, que tem ali ao lado e de que poderá usufruir em último caso.

Os diversos tipos de Plano Poupança Reforma são aconselháveis para todas aquelas pessoas que tenham mais de 40 anos e não possuam outras importâncias investidas em produtos financeiros de maior retorno, como são as acções ou fundos de investimento. À semelhança de qualquer aplicação financeira, e independentemente das contrapartidas, o essencial é realizar uma boa análise das vantagens, desvantagens e tudo o que isso implica. No final, a decisão deve ser tomada de acordo com estes parâmetros e as implicações pessoais acarretadas por esta deliberação.

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Ideias de viagens para depois da reforma

Depois de uma vida preenchida de muito trabalho e de muitas experiências profissionais, chega a altura de fazer uma merecida pausa e entrar finalmente na etapa da reforma. Nesta fase da nossa vida, é a altura ideal para fazer as viagens que sempre sonhámos fazer mas que nunca tivemos a oportunidade.

O primeiro passo, e possivelmente o mais importante, é escolher o destino. Um destino paradisíaco é sempre uma óptima opção pois irá permitir-lhe apreciar dos prazeres que um destino como Maldivas, Caraíbas, Havai ou Republica Dominicana lhe pode oferecer. Cenários idílicos, climas quentes e convidativos e espaços de plena serenidade são apenas algumas das características que estes lugares lhe podem presentear.

Outra opção bastante viável passa por fazer um cruzeiro. Escolha o trajecto e o conjunto de destinos que mais lhe cativa e parta à descoberta desfrutando dos luxos que este tipo de viagem lhe pode dar. Para se certificar que faz a melhor escolha, consulte uma agência de viagens da sua confiança e informe-se sobre os pacotes disponíveis e qual a melhor opção a tomar.

No entanto, se for uma pessoa que gosta de explorar o que é nacional, então parta à aventura e faça uma viagem por Portugal. Considerado um dos melhores sítios para turismo rural, Portugal está repleto de inúmeros destinos onde pode deliciar-se com os pequenos prazeres que a nossa cultura tem para lhe oferecer. Pegue na sua mala e viaje até ao norte do nosso país onde pode descobrir recantos de pleno ar puro e serenidade e onde pode também aproveitar para fazer um cruzeiro pelo Rio Douro onde irá percorrer um magnífico percurso rodeado de todo o esplendor da Mãe Natureza.

Não se esqueça de consultar agências de viagens para encontrar as melhores ofertas para as suas escolhas e procure os benefícios e descontos que lhe podem ser oferecidos. Assim, não imponha limites e ofereça a si mesmo momentos de plena satisfação e onde conhecerá destinos que irão marcam a sua vida.

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Corrida às reformas antecipadas

Existe uma corrida às reformas antecipadas sempre que o Governo decide fazer alterações às condições de acesso à reforma. Isto acontece não porque os trabalhadores da função pública queiram reformar-se mais cedo, mas porque cada vez que o Governo, altera as condições de acesso à reforma, tende piorar as os valores das pensões ou alterar a idade da reforma, acrescentando mais uns anos de trabalho obrigatório. Existe ainda o agravamento percentual por cada ano antes da idade da reforma, assim cada vez é pior pedir a reforma mais cedo, pois os cortes nas pensões são substanciais.

O pior de tudo é que os trabalhadores por conta de outrem que não tenham ligações é que também sofrem com estas medidas, pois as empresas dispensam-os, colocando-os no desemprego, e só depois terão acesso à sua pensão, as condições agravam-se e eles pouco ou nada podem fazer.

Já para não falar nos possíveis cortes no subsidio de desemprego que estão já a ser discutidos,  é complicado, pois quem trabalha para o Estado vai directamente para a reforma, enquanto que os demais trabalhadores podem ainda ter de passar pela casa “desemprego” antes de conseguir a sua merecida pensão.

Esperemos que esta situação estabilizar para o bem das contas públicas e para a estabilidade financeira de quem ainda não deseja a reforma, ou então pretende ter a sua pensão por completo, e não ser vitima das crises financeiras que o país teima em ter, por tudo e por nada.

Dêem paz aos trabalhadores e não terão estas corridas às reformas antecipadas onde ninguém fica a ganhar.

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Profissão: reformado

Desde criança que o sonho de muitas pessoas é dizer que a sua ocupação é: sou reformado. Não é por acaso que isto acontece, os reformados têm um vida boa, desde que tenham um reforma que cubra todas as suas necessidades financeiras para o dia a dia e também como para algumas extravagancias, como por exemplo fazer uma viagem até ao estrangeiro.

Não é fácil conseguir a reforma antes dos 65 anos, apesar de haver quem o consiga, os bons empregos ou empregos ligados à administração pública conseguem-nos, o pior é mesmo para o comum trabalhador para o sector privado, que chega já estourado à idade da reforma.

Existem excepções e reformas milionárias, ex-administradores de grandes grupos empresariais estão no topo da lista dos reformados mais bem pagos, será justo? Depende para o próprio pode achar os milhares de Euros que recebe como insuficientes para ter o próprio avião ou outras comodidades foram do comum.

Seja como for muitos de nós vai chegar à idade da reforma com muitos projectos e sonhos por realizar, o melhor é ir realizando estes desejos pois não se sabe daqui a uns anos qual será a idade da reforma fixada pelo Estado, 80 anos? Assim reformar-nos aos 65 anos já seria Reforma Antecipada

Eu também quero ser reformado.

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